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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Até onde você vai?

É uma pergunta pertinente, não?

Chega-se, às vezes, a alguns momentos da vida onde faz-se muitas perguntas. Mas nunca pergunta-se, nesse momentos de dificuldade até onde pode-se ir. Há um bloqueio, pois é natural que aja, já que a tendência é olhar o que está mais próximo e não o que está além do mais próximo.

A grande diferença daqueles que "chegam lá" para aqueles e não "chegam lá" é maneira como encaram as situações, a fé. Por mais complicado que esteja e a visão esteja curta a chama da solução não se apaga, sempre há a esperança de que algo vai acontecer de alguma forma. Uma ideia, um insight, uma dica, uma palestra, uma olhada, enfim, qualquer coisa.

No entanto, cabe fazer. E fazer é a melhor parte. É seguir o progresso, é levar boas novas, solução e alegria.

Enfim, é disso que mais se precisa no mundo hoje.

São essas pessoas que sentem e vivem a vida como ela realmente é!

César Paiva

sábado, 13 de setembro de 2014

Lições de milionários.

Portal Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

7 lições que os milionários gostariam de ter aprendido quando jovens.

1. Ben Graham (investidor)
“Se você for comprar meias, escolha-as como se você fosse comprar comida, não como você compraria perfume.” Traduzindo: seja mais sensível a como você gasta seu dinheiro e que valor você dá para cada coisa. Não gaste a mais desnecessariamente. Isso é algo que você ganha com a maturidade.

2. Jim Cramer (investidor)
“Se seus números são ruins, você está fora. Se seus números são bons, você ganha mais dinheiro. É algo darwiniano, é lindo, é brutal e funciona.” Muitos jovens investidores acham que há algo mágico e incontrolável com o mercado, mas às vezes as regras são bem mais simples.

3. Eddie Lampert (investidor)
“A ideia de antecipação é a chave na hora de investir e fazer negócios em geral. Você não pode esperar que uma oportunidade fique clara, óbvia. Você precisa pensar, ‘aqui está o que outras pessoas e empresas fizeram sob determinadas circunstâncias. Agora, sob novas circunstâncias, como essa administração se comportará?’” Não tente reinventar a roda. Se uma pessoa já fez o trabalho duro para você, aprenda com as lições deles e parta daí.

4. Charles Munger (guru dos negócios)
“É incrível como pessoas como nós perdemos diversas vantagens tentando não ser estúpidos, quando deveríamos estar tentando ser muito inteligentes.” Há uma grande diferença entre evitar escolhas ruins e correr atrás das escolhas certas.

5. Seth Klarman (bilionário, fundador do Baupost Group)
“Pode parecer que qualquer um consegue ser um investidor de valor, mas as características essenciais desse tipo de investidor – paciência, disciplina e aversão ao risco – serão determinadas geneticamente.” Para Klarman, algumas coisas não são aprendidas. O jeito é se virar com o que você tem e atrair parceiros que tenham os outros talentos.

6. Martin Whitman (conselheiro de investimentos)
“Nós ignoramos perspectivas e previsões. Nós somos péssimos em fazer isso e admitimos isso.” Ou seja, nem sempre acredite na antecipação feita por dados. Às vezes você precisa acreditar nos seus instintos.

7. John Templeton (investidor no mercado de ações)
“As quatro palavras mais perigosas na hora de investir são: desta vez é diferente.” Se você não confia nos seus instintos e não aprende com seus erros passados, você está incorporando a definição de Einstein para insanidade.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Mais uma mostra de incompetência.

Governo incompetente tenta gerir com medidas obsoletas

O governo federal brasileiro acha que o povo é besta, quem dirá os banqueiros.

É isso, o BACEN - Banco Central - "liberou" cerca de R$70 bilhões de reais para os bancos aumentarem o crédito no mercado para a população como medida de estimular a economia e tentar tirar o país da recessão técnica. Claro, que não é solução neste momento, já foi, em um passado não muito distante.

E os bancos dizem que a procura pelas modalidades de crédito está diminuindo a cada dia, o que é óbvio, traduzindo: o povo está com medo de gastar, ainda mais de pegar emprestado.

Para um país que vive em um calabouço de gargalos infra-estruturais, com altas taxas de juros, com baixo ou quase nenhum incentivo ao empreendedorismo, que tem em sua máquina pública o amadorismo como profissão, o que esperar para que tudo mude?

Claro, não é da água para o vinho? Mas deveria já ser alguma coisa.